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A Essência da Beleza

Não é segredo para ninguém que a perfeição física é hoje em dia um must para quem quer pertencer a determinadas áreas muitas vezes chamadas de arte. A verdade é que houve um momento na nossa história em que o comentário “És linda!” se tornou o maior dos elogios, o topo do reconhecimento e o clímax da competência. Quando eu era pequena tinha posters do Nuno Gomes espalhados pelo quarto, e para mim ele era lindo! E como a minha mãe e o meu pai me diziam que eu era a menina mais bonita do mundo, e o Nuno Gomes seria então o jogador de futebol mais bonito de sempre, na minha cabeça só havia um possível desfecho para tudo isto: o destino iria fazer de nós o casal mais perfeito de sempre. Mas isso era quando eu tinha uns doze anos. À medida que fui crescendo percebi que a beleza não era assim tão linear quanto parecia ser. Comecei a distinguir actores belos de actores que nos dão um arrepio na espinha. Cantoras lindas de cantoras que nos fazem viajar. Rapazes com estilo de rapazes que nos escrevem poemas. Assim como percebi que as conversas mais belas são feitas de silêncio, também os olhos mais lindos são feitos de brilho e não de eyeliner. A pessoa é linda quando conseguimos ver através dela a história da sua vida. Quando o olhar nos conta as suas paixões. E as suas experiências e modo de viver nos levam mais além e desenham um sorriso nos nossos lábios. E é isto que sinto que às vezes se perde pelo caminho. Eu detesto quando vou ao cabeleireiro e me dizem no final “Agora sim, estás linda.”, ou quando me maquilho e escolho uma roupa mais ousada e comentam “Uau, a Diana hoje nem parece ela!”. Eu sou sempre eu, assim como uma mulher é sempre a mesma mulher. Podemos acordar de manhã, todas despenteadas, mas belas por detrás de um sorriso. E ninguém precisa de estar perfeito numa foto antes de clicarmos no “publicar”, porque perfeição simplesmente não existe. Não há mulher mais sexy do que aquela que sabe o que quer. Um dia uma mulher disse-me: “Mulheres têm de ir a conferências com vestido acima do joelho e salto alto para serem notadas.”. Passado um ano estava sentada num jantar com investidores milionários usando uma gola que era um gato. Diana Morais de Carvalho (Princesa Diana) @dianamdecarvalho

Será tarde demais?

Ao longo destas duas semanas, na casa mais vigiada do país, conseguimos ver uma onda de desrespeito para com o outro e intolerância… Podíamos falar de uma só pessoa, mas a verdade é que todos pagam pelos erros de todos. Porquê? Porque estão a viver em comunidade! Uma comunidade restringida, mas privilegiada. Sabemos que todos estão sob pressão de uma entidade que é o “Big Brother” e tudo aquilo que o programa transporta para a novela da vida real. Mas porque todos contestam sempre alguma parte daquilo que lhes é incutido no programa, se afinal de contas isto é um jogo? Pois é… Não podemos esquecer que é um jogo feito de pessoas, que estão a ser vigiadas dia após dia, com milhões de olhos postos neles. A pressão começa em eles saberem que podem ser julgados pelas suas atitudes ao longo do jogo e isso pode aniquilar a passagem do programa, acabando por serem expulsos. Depois também existe a questão da personalidade de cada um e as mais variadas gerações que por lá passam… Não diria que a idade é um posto, mas merece o seu cuidado pelas diferenças de mentalidades, começando por respeitar o caminho de cada um. Mas nem sempre acontece! Já vimos em vários programas como o “Big Brother” e a “Casa dos Segredos” que as gerações chocam bastante umas com as outras e isso acaba por trazer outras questões para cima da mesa. “Ah porque tens idade para ser meu pai e não te vou responder”... Mas passado 2 dias existem palavras insultuosas para essa mesma pessoa. Isso acontece, não só pela pressão que sentem, mas pelo facto de não conhecerem as pessoas que estão à sua volta e isso torna mais difícil para eles verem uma entidade merecedora do seu respeito. Respeito, é nada mais nada menos do que ter consideração pelas outras pessoas. Mesmo que não as conheças de parte alguma! Nesta edição do Big Brother Revolução, temos pessoas com 20 anos que não respeitam pessoas de 40 e temos pessoas de 30 que não respeitam os de 20. Pessoas essas, que acabam por sair do programa, de costas voltadas e com a opinião de que são assim, não vão mudar e os outros que tolerem… Meus amigos, nós vivemos sempre, volto a dizer, SEMPRE, em comunidade. Porque somos pessoas pertencentes de um mundo com bilhões de pessoas. Somos todos iguais? Não. Uns gostam de amarelo, outros de preto e outros de cor de rosa, mas somos pessoas! Se escolhes um caminho diferente do meu, eu vou condenar-te porque não sou dessa opinião? Ninguém gostaria disso. Devemos respeitar tudo e todos os que nos rodeiam, mesmo que de alguma forma, não nos consigamos rever nessas situações, ações, etc. Agora, há pessoas que ao cometerem uma infelicidade de não tolerância para com os outros e desrespeito… Não pedem desculpa! É obrigatório? Não. Mas caramba, todos temos os nossos valores e ética na nossa vida e todos nós gostamos de ser ouvidos e respeitados… Parte de nós querer ouvir os outros, tolerar e respeitar para que tudo à nossa volta seja melhor. A mudança começa por ti! Um voto, pode mudar o mundo, seja na casa mais vigiada do país, seja no teu partido, na tua religião, na universidade… whatever. Tu fazes a diferença! Pedir desculpa, nunca é tarde demais… Não é preciso “engolir” o orgulho para pedir desculpa seja pelo que for… Pedir desculpa é sinal de que sabes reconhecer os teus erros e tens inteligência emocional para o fazer e sentires-te bem com isso. É um sentimento de leveza e paz interior, como nunca vais sentir. Vive a vida de consciência tranquila e de cabeça erguida, com a certeza de que estás feliz e concretizado/a! Tu... Já pediste desculpa a todas as pessoas que querias pedir? Alguém te deve um pedido de desculpas? Este texto é para todas as pessoas que precisam de ouvir algo motivador e sentir um grito de esperança… Para todos os que passaram também pela casa mais vigiada do país em algum momento da sua vida e que sintam este vazio, ou por não terem pedido desculpas a quem queriam, ou por não terem recebido o pedido de desculpa de alguém. A vida é para ser vivida, sem ressentimentos, sem más “vibes”, com mais amor e consideração pelos outros… Porque nunca é tarde demais! Deixa nos comentários a resposta às perguntas que coloquei no texto! Texto: Marta Caldeira Cardoso

Violência Física vs. Violência Psicológica

Esta será uma viagem por dentro de uma casa - não, não é a mais vigiada do país, é aquela que vive dentro de nós e que muitas vezes quer as nossa vontades prevalecidas, mas também nos provoca ilusões de pensamentos que jamais seriam praticáveis. A nossa mente. Muitas vezes, parece que estamos num mundo independente. Diferente daquele que os outros vivem. Será uma coisa má? Individualismo? Egoísmo? Ou simplesmente a nossa forma de viver? Todos nós sentimos de forma diferente, temos gostos diferentes, ouvimos músicas diferentes e vestimos roupa diferente. Não é uma coisa má, chama-se identidade - essa que muitas vezes quase que é aniquilada pelos media, pela informação que nos impõe na televisão, na rádio, no youtube… Enfim! Quase parece que aquilo de que falam é obrigatório nas nossas vidas. Usar umas sapatilhas da “Fila” é normal, falar “contra” algum assunto é natural, ouvir música pop é tendência - parece que isso às vezes se sobrepõe àquilo que somos e ao que queremos conquistar! Perdemo-nos tanto em tudo que se passa à nossa volta, que aquilo que se passa connosco, passa para 2º plano muitas vezes! Não está certo! Temos simplesmente de nos importar connosco! Se não o fizermos, ninguém o fará com certeza, de uma forma tão generosa como nós próprios. Por exemplo: Não é importante para ti seres ouvido? Seres lembrado? Valorizado? Então, se queres sentir isso, tens de ser a 1ª pessoa a fazê-lo! Nem sempre o que te dizem que veem em ti é aquilo que tu és - Isso é apenas a perceção que as pessoas têm de ti e isso não te define, ok? Mas porque estou a falar de tudo isto? Porque antes de saberes lidar com os outros e teres relacionamentos, de amizade ou amorosos, tens de gostar de ti, valorizar a pessoa que és, honrar o caminho que fizeste até aqui… Deves sentir-te bem contigo, com todos os teus defeitos, pensamentos, qualidades e ações. Às vezes está tudo bem, se não estiveres bem. Isso faz parte do processo! A violência é algo complexo de lidar. Seja ela física ou psicológica. Muitas vezes a violência física é falada como uma consequência de uma violência psicológica. Nem sempre é assim, mas quase sempre se revela depois de palavras amargas, mal sentidas e mal vividas. Muito se fala destes dois temas em torno da violência doméstica e do bullying - mas são bem mais do que isso. Uma pessoa quando dá nomes às “coisas” parece que as banaliza demasiado. Não são apenas temas a abordar, são vidas que estão em causa, a honra e dignidade das pessoas que se evapora com tantas palavras “mal amanhadas” e atos inglórios. Diariamente. Falemos de valores reais, em 2019 mais de 29 mil pessoas foram vítimas de vários tipos de violência, um aumento de mais de 40% em relação ao ano de 2018 - estas terão sido registadas em apenas uma instituição que apoia vítimas de violência. É muito? É pouco? Não importa. As vítimas existem. São mais homens? Mais mulheres? Não importa. Existem. Quando uma pessoa é vítima de violência psicológica não sente que o é, a não ser que alguém lhe diga muitas das vezes que ela está diferente, que a sente mais em baixo, mais triste, com menos vontade para o seu dia a dia. Este tipo de violência é muito silenciosa, como se o vento forte fosse uma pequena brisa que passa por ti, te dá um ar fresco em pleno verão e que passa por ti sem o sentires verdadeiramente. A seguir a essa brisa, pode vir uma tempestade, não sabes! Pode vir um dia de sol, com passarinho a sobrevoar os céus, com intenções primaveris, mas a verdade é que estás em pleno inverno no teu interior, com uma vida aglomerada de trovoadas e raios que te deixam ver uma luz repentina e que desaparece no meio das nuvens, que se “evaporam” no escuro do céu. Esta pessoa és tu, quando estás em plena violência - não deixes que essa tempestade entre no teu mundo de sol e verdade. A consequência dessa tempestade, pode ser muitas coisas… Mas na maioria, é a violência física, essa sim, é sentida, fortemente, na tua pele, no teu corpo, na tua vida. Afeta os teus pensamentos, a tua personalidade, a tua dignidade, a tua verdade, os teus valores e o teu propósito. Um “abanão” mais forte, pode arrancar-te a alma, pode levar-te a pensar coisas sobre ti que não são reais, que não são tu. São tudo menos tu. Do outro lado, está a alguém que comete essa insatisfação pela vida em ti. Não é por ti - porque ela não está bem com ela própria sabes? Algo não está bem com ela. Devemos desculpá-la? Não. Não. Não existe desculpa possível para algo que não tem qualquer explicação. A violência, seja de que natureza for, não merece ser respeitada, deve ser bloqueada, apertada como um abraço forte que não apetece largar. Violência é frustração, é uma luta de sentimentos antigos que vêm à tona e que escolhem maus caminhos para um fim menos bom. Afinal, o que somos nós? Um ser humano? Um ser sem fundo? Um puro vazio? Não é a vida que nos leva, somos nós que levamos a vida à frente. Violência não é razão é uma insatisfação que merece correção! Não digas basta, nem chega à violência… Para de vez com ela, respeita-te e faz prevalecer os teus valores, como pessoa, como ser humano. Denuncia. Já é tempo de viveres e não, sobreviveres! Nesta casa que é a nossa mente, temos de nos sentir realizados e concretizados. Torna esse o teu propósito de vida. Sê feliz ao máximo e não deixes que digam o que é melhor para ti. Escolhe seguir os teus sonhos! Sempre. Texto: Marta Caldeira Cardoso

Reality Shows: um caso de estudo extraterrestre

Terráqueos sentados no sofá, olhos vidrados na televisão, mãos pousadas no telemóvel - prontas a comentar. A excitação invade a sala, a respiração, essa, é cada vez mais ofegante. Quem terão sido as alminhas que decidiram entrar numa aventura destas? Os ETs, que observam e estudam o comportamento humano lá de cima, olham com curiosidade: coisa importante é de certeza. Afinal está quase todo um país colado ao ecrã. E entretanto o desfile começa, concorrente após concorrente. As pupilas dos terráqueos dilatam-se, tentando escrutinar quem é o “anormal” ou o cromo que o vai fazer rir nos próximos meses. As semanas passam, e os terráqueos sentem agora que fazem parte da família, pois já conhecem aquelas cobaias melhor que ninguém. Têm os favoritos e aqueles por quem nutrem um ódio absoluto. Conversam sobre estes enquanto bebem café no trabalho, partilhando opiniões e divagando sobre quem será o próximo a sair. E os ETs, cinzentos e esguios, sentados na sua nave espacial, tentam desesperadamente encontrar uma justificação para este fenómeno. Mas bastava um olhar mais de perto, um entrar na vida de um comum terráqueo para encontrar a resposta. Simples. Trabalho, casa, trabalho. Supermercado. Jantares de frete. Sorrisos não sentidos e gargalhadas forçadas. O que os terráqueos queriam era fugir desta sua realidade, nem que fosse por uns meros minutos, e sonhar. O que os ETs concluíram no seu relatório extraterrestre, é que era o sonho que levava milhões de terráqueos a ficar obcecados com reality shows. Era o escape da realidade, da sua realidade, e o viver de outras vidas e experiências. “E se fosse eu?”. Era isto que eles respiravam! E por isso viviam tão intensamente este fenómeno. Justo. E os concorrentes, esses levaram o sonho de viver mais além. Vivem-no sem intervalos, nem sequer um pequeno mini-break. Diana Morais de Carvalho (Princesa Diana) @dianamdecarvalho

Se queres ser ouvido pelas outras pessoas, lê até ao fim!

A comunicação é um processo em que duas ou mais pessoas criam e interpretam mensagens ou pontos de vista. Conseguimos ver que ao longo desta semana, existiram muitas falhas de comunicação entre todos os concorrentes. Mas antes de falar das principais falhas de comunicação entre as pessoas, vamos falar dos princípios básicos da comunicação: O que te motiva Qual a tua verdadeira intenção Os detalhes da mensagem A interpretação e transmissão da mensagem O que acontece na maioria das vezes? A pessoa que está a tentar comunicar, normalmente, começa por fazê-lo através de um debate de ideias, quando na verdade tem apenas de mostrar e fazer valer a sua ideia ou a sua perspetiva. Se um debate se iniciar, como não existe uma moderação por parte de uma das pessoas da conversa, o tema tende a gerar um conflito, sem qualquer conclusão - tal como acontece no Big Brother Revolução. Apesar de terem uma entidade que é o Big Brother, que lança um tema ou faz uma pergunta, a conversa é gerada pelos concorrentes. Isto não acontece apenas neste desafio, mas sim nas nossas vidas, diariamente! Mas como podemos então manter uma comunicação mais eficiente para que possamos ser ouvidos, sem sermos interrompidos e conseguirmos ter uma conclusão? É importante antes de mostrarmos o nosso ponto de vista, darmos prova daquilo que estamos a falar - por exemplo, antes de mostrarmos a nossa opinião sobre um determinado assunto, podemos indicar que vimos um estudo ou que experienciamos algo que demonstra que o nosso ponto de vista é fundamentado; Devemos ser objetivos e sucintos - informar que vamos abordar um determinado tema e que temos uma opinião sobre ele que vamos revelar mais à frente; Elimina os pensamentos negativos e sentimento de julgamento para contigo e para com os outros; Mantém uma mente aberta e recetiva a outras opiniões e aprendizagens que outras pessoas te possam querer transmitir; Compreender a verdadeira necessidade da conversa ou assunto em questão; Certifica-te que a tua mensagem foi recebida e compreendida; Assume a responsabilidade das tuas palavras e da comunicação que utilizas. Mais importante do que mostrar a opinião que temos e querer fazer entender o nosso ponto de vista… Não nos podemos esquecer dos outros - devemos preocupar-nos com as pessoas que nos rodeiam e questionar sobre a forma como elas entendem determinado assunto. Faz perguntas! Como é que este tema te faz sentir? (pergunta exemplo) Com apenas 1 pergunta, mostramos que queremos e nos preocupamos com o outro e que estamos realmente interessados em ouvir e entender um ponto de vista, talvez diferente do nosso. É tão importante comunicarmos uns com outros de uma forma saudável, sem “atropelamentos”... É tão terapêutico como estarmos naquele sítio que adorávamos na nossa infância que ainda nos lembramos das pessoas, dos sabores e dos cheiros! Por isso, comunica de forma clara e objetiva… Ouve os outros (não é por acaso que temos dois ouvidos e uma boca) um clichê muito utilizado e que faz muito sentido, “é para ouvires mais do que aquilo que falas”... Certifica-te de que as pessoas compreenderam a tua mensagem e o objetivo do tema… Não te esqueças de uma coisa, numa comunicação o importante é estarmos felizes com aquilo que queremos transmitir às pessoas que estão à nossa volta, que nos veem e ouvem… Sempre com base na integridade! 😄 Se todos os concorrentes conseguissem entregar a sua mensagem, não existia este conflito de ideias, que se torna muitas vezes numa verdadeira “arena” onde predomina a razão e não um diálogo saudável. E tu? O que achas que é importante para uma boa comunicação? Deixa nos comentários. Texto: Marta Caldeira Cardoso

COMPOSIÇÃO DA TUA BANDANA

O que é dead stock ? Tínhamos duas opções: Produzir algodão reciclado OU usar matéria já existente inusitada. Isto é, restos de produções de outras marcas guardados nos armazéns de algumas fábricas à espera de uma vida nova. Chegamos à conclusão de que é uma mais valia para a economia circular e para o ambiente, usar o que já existe, em vez de gastar recursos a produzir algo novo.

Serás tu a carruagem de um comboio?

Nós somos apenas uma carruagem de um comboio. No início vazia, parada na estação de partida, à espera que alguém (a mãe) faça força para arrancar. É o nascimento da viagem. O primeiro trilho já está traçado, uma linha de ferro que é visível até lá ao longe. O comboio arrancou e a carruagem começa a mover-se, depois a andar. Mas depressa chega a outras estações, onde tem de parar. No princípio as paragens eram curtas. Contavam-se pelos dedos das mãos as pessoas que aguardavam pela nossa chegada, pela chegada da nossa carruagem. Cada uma delas segurando um pacote, quase inocentes. O comboio vai parando, e nós, a carruagem, somos obrigados a parar também. E quem está na estação abre a nossa porta e cuidadosamente larga a sua caixa que tão pacientemente segurava nas mãos. Essas caixas que as pessoas largam, embora pareçam pequenas, são pesadas. São pensamentos, preconceito, discriminação… E nós somos obrigados a guardar tudo na nossa carruagem porque ainda não temos escolha. Por enquanto são apenas depositadas algumas embalagens, o espaço livre da nossa mente ainda é grande. Mas depressa há cada vez mais estações na nossa vida. E cada vez mais estas estações estão repletas de pessoas, agora mais impacientes, com ânsia até de despejar na nossa carruagem os seu pontos de vista, tentando influenciar o motorista do comboio para onde nos levar. A nossa carruagem vai agora cheia, já sobra pouco espaço daquilo que outrora ela tinha sido. E as pessoas, essas, já não pousam a sua bagagem apenas na carruagem, mas também no próprio trilho do caminho de ferro, à espera que o nosso comboio tropece. E às tantas, já eram tantos os obstáculos, que o comboio parou. E havia a ilusão de que nós, a carruagem, já nada podia fazer se não parar também. Mas esta carruagem não era mais uma na fila deste comboio eterno. Olhou para o lado, e para o outro, e viu pela primeira vez tudo aquilo que existia para lá do caminho de ferro que continuava apenas em linha recta. Contudo, como iria a carruagem andar para a esquerda ou direita se o trilho desenhado para si apenas seguia em frente? Os seus pés não encaixavam naquele chão. Então ela imaginou com muita força que tinha uns patins e começou simplesmente a patinar: no deserto, nas montanhas e no oceano. E as outras carruagens, que iam atreladas ao mesmo comboio, começaram a chorar. Como é que NUNCA ninguém lhes tinha dito que elas podiam patinar? Diana Morais de Carvalho (Princesa Diana) @dianamdecarvalho

Liliana “A Mulher Rabugenta”

Apareceu como a heroína do bom senso e a salvadora dos mais problemáticos… É bonita, respeitadora, transparente e adora mostrar a sua opinião de uma forma educada. Estamos a falar claro, da Liliana, a nossa “Mulher Rabugenta”! Desde que entrou na casa mais vigiada do país e, com apenas 25 anos, mostrou adaptar-se a qualquer tipo de ambiente e a todos os concorrentes. Começou por ter uma abordagem mais calma, em que os defeitos que a maioria dos portugueses vê nos concorrentes eram apenas pontos a melhorar nos seus colegas, no seu ponto de vista… E isso, trouxe, claro, um ambiente positivo e saudável entre todos. Ao longo da sua estadia como concorrente deste desafio que é o Big Brother Revolução, a Liliana tem feitos as suas amizades, mas também se tem sentido um pouco sozinha e já começa a experienciar aquilo que todos receiam… A Pressão! Mas nós sabemos que a nossa “Mulher Rabugenta”, uma mulher de garra, atitude e com uma personalidade forte e afirmativa, se vai fazer valer das suas qualidades e superar qualquer obstáculo neste desafio. O que vocês acham da Liliana? Nós por aqui vamos continuar todos os dias a acompanhar o percurso desta mulher de força, que vai fazer de tudo para chegar ao fim e vencer esta competição! Deixa nos comentários a tua opinião. Texto: Marta Caldeira Cardoso

Rui "O empresário metrossexual"

Se querem um líder, com ambição e com a certeza de que quer vencer este desafio que é o Big Brother Revolução… Apresento-vos o Rui! 😉 Diz-se sincero, dinâmico, Leal, amigo do amigo e transparente e isso tem sido apreciado pelos colegas da casa. Ele é modelo… Tem uma escola de condução… E possui uma empresa que produz e transforma sementes de girassol e é um homem visionário no que diz respeito aos negócios… Não é incrível? O nosso "Empresário Metrossexual" acredita que "se não tens inimigos é porque não tens carácter" e valoriza imenso uma personalidade forte nas pessoas. Afirma que para este Big Brother Revolução delineou várias estratégias infalíveis para vencer este jogo que podem ser reajustadas conforme as viradas do jogo… Será que ele vai aguentar colocar em causa a sua beleza para ganhar este desafio de 3 meses? Ao longo desta semana é o líder da casa mais vigiada do país! Nós por cá vamos acompanhar esta e as próximas semanas do nosso "Empresário Metrossexual" no Big Brother Revolução. E vocês? Deixa nos comentários. Texto: Marta Caldeira Cardoso

A Sexualidade aos Olhos do Abrantes

Será a sexualidade um tema que confronta apenas a homossexualidade? Ou simplesmente não deveria ser um tema a enfrentar? Na casa mais vigiada do país, ao longo desta semana, este tema foi abordado de forma premeditada pelas concorrentes Zena e Ana Sofia – através de uma ideia que surgiu entre as duas de trazer o tema para a “mesa” não só para criar conteúdo para o programa, como para passar uma mensagem para a sociedade. A mensagem seria que o amor não tem discriminação, preconceito, género e idade. A situação que ambas criaram foi de que Zena e Ana Sofia estariam a apaixonar-se verdadeiramente uma pela outra. Ao longo desta situação, é preciso que se diga, que os comentários que ambas teceram em relação ao tema abordado foram sinceros e espontâneos. Tanto que ambas disseram que tal como é natural os concorrentes aperceberem-se de uma química entre um homem e uma mulher e acharem bonito, que também seria possível isso acontecer entre duas mulheres – o que não aconteceu por parte dos colegas, pois mal se perceberam de que elas poderiam estar a apaixonar-se, afirmaram de imediato ser uma missão. Mas porque seria esta situação uma missão, se é algo tão natural entre duas pessoas? Pois bem, parece que afinal, ainda é um tema a esclarecer. Toda esta questão foi trazida para o programa, pois o André Abrantes, que quer fazer chegar a todos os espectadores o seu amor pela música e divulgar o seu trabalho artístico, nutre um sentimento pela Zena. O que lhe causou algum transtorno, pois entendeu que a Zena estaria interessada não num homem, mas sim numa mulher – que para ele foi chocante e escandaloso. E foi aqui que os comentários de André Abrantes começaram a “aquecer”: · “Força…é a guerra das tesouras, muita fixe, devem-se divertir bem…deve ser muita divertido” · “É um game over… porque ela gosta de raparigas” · “Era pior se fossem dois gajos…dois gajos era mais chocante, agora duas mulheres” Muitas pessoas dizem que não foi intencional, o próprio André diz que alguns dos comentários foram na brincadeira. As opiniões dividem-se pois se ele entendeu que afinal este era um assunto a ser debatido pelo programa e que elas tinham uma mensagem importante para passar aos espectadores do programa, porque estaria ele a tecer comentários sobre o assunto “na brincadeira”, quando realmente poderia mostrar a sua opinião e falar sobre o tema, como algo natural? Vimos também posteriormente a esta situação, a passagem das imagens do que sucedeu e o feedback e reação dos concorrentes foi de “riso” ao longo de toda a VT. No final de tudo, a mensagem, não conseguiu ser passada! Aos olhos de muitos espectadores tudo não passou na realidade de uma missão ou “uma brincadeira” entre duas concorrentes, que foi mal elaborada e não demonstrou o seu propósito real… Sendo menosprezada por todos os concorrentes e levada de forma leviana. É importante entendermos que a nossa sociedade realmente ainda necessita de debater certos temas, não para desmistificar, mas apenas para que não seja um tema e seja uma naturalidade do ser humano, algo que se vive, algo que se sente. É contraditório condenarmos ações dos outros, quando depois temos este tipo de atitudes perante o mundo! Se aos olhos de Abrantes, passa o preconceito e a discriminação, então ninguém quer Abrantes no mundo… As pessoas querem mais Zenas e Sofias que tragam ao mundo a simplicidade de viver, sem preconceito, com naturalidade, sem discriminação, com a certeza de que, aquilo que são é o seu interior a mostrar-se ao mundo de forma natural! Como já havia mencionado num outro artigo relativamente ao Carlos não devemos julgar nada nem ninguém pela capa, pois por dentro, todos têm os seus problemas e sonhos… E não podemos simplesmente colocar rótulos nas pessoas para uma vida, de algo que foi feito sem intenção, mas sim com espontaneidade. Este artigo não serve apenas para explicar o sucedido, como também para sensibilizar para este assunto, que aos olhos de muitos e não só do Abrantes, ainda é sensível de ser tocado. Vamos, por favor, olhar para o mundo, com igualdade e apenas com uma palavra – amor. Porque até aquela que achamos ser a pior pessoa do mundo, amou alguém! E se esse sentimento é o maior sentimento do mundo… porque é que nem todas as pessoas no mundo o demonstram e o aceitam tal como ele deve ser vivido? O que vocês sentem de toda esta situação e como é que veem este tema do ponto de vista social? Deixem nos comentários as vossas opiniões! Texto: Marta Caldeira Cardoso

Jéssica A. “A Acrobata Digital”

“Dançar, Sorrir e Viver” é o que a define como pessoa. A família é o seu porto de abrigo e aquilo que a faz mover… Ao longo de 10 anos consecutivos fez competição em ginástica acrobática e isso talvez seja uma vantagem enquanto concorrente deste desafio, pois esperamos uma flexibilidade maior ao lidar com os restantes colegas da casa. 😉 A nossa “Acrobata Digital” é uma digital influencer que conta com mais de 50 mil seguidores nas redes sociais onde vai mostrando a sua paixão pela dança e pela vida. A idade nem sempre é sinónimo de experiência, pois com apenas 26 anos, a Jéssica é divorciada e acredita que quando as pessoas não estão felizes, então não vale a pena continuar, pois a vida merece ser vivida! Ao longo do programa temos visto uma aproximação entre a Jéssica e o Rui – na sua apresentação a “Acrobata Digital” disse que não se ia apaixonar dentro da casa mais vigiada do país… Mas a sua sensibilidade e carência estão a mostrar o contrário! Nós por cá, vamos acompanhar tudo o que se passa com a nossa Jéssica e ver o rumo deste amor. E vocês, vão ficar desse lado? Deixa nos comentários. Texto: Marta Caldeira Cardoso

Ana Sofia “A Turista Apaixonada”

Neste desafio do Big Brother Revolução, a Ana Sofia é uma concorrente muito observadora, emotiva e que preserva muito a lealdade… Mas fora do jogo, ela é bem mais do que isso. Uma mulher trabalhadora, justa e que adora a área de turismo e comunicação. Por detrás desta imagem de uma mulher sensível e parcial, vemos uma mulher com vontade de se expressar, mostrar aos outros o seu propósito e com a certeza de que quer vencer este desafio! Até porque nem todos têm de demonstrar isso através do ego, de forma sarcástica ou simplesmente de um modo imperativo, certo? A nossa “Turista Apaixonada” diz que a paixão surge de uma forma repentina e intensa na sua vida, mas será que essa paixão vai aparecer nesta que é a casa mais vigiada do país? Esperemos que sim, pois a energia que exterioriza é de paz, serenidade e pacificidade… E isso, é o que qualquer cara metade deseja! 😊 Nós por cá, vamos continuar a ver a sua evolução neste desafio e esperar talvez o crescimento de uma paixão… E vocês, vão continuar a ver a nossa “Turista Apaixonada” nesta jornada? Deixa nos comentários o que estás a achar da Ana Sofia. Texto: Marta Caldeira Cardoso

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